Zboard: Segway For Hipsters:
Ah Segways. They were supposed to be transportation of the future, but now they’re just a silly trend we’ll laugh at in 10 years when we see them on VH1′s “I Love the ’00s”.
ZBoard is not for your rich trustfund beneficiary’s skateboard. Electric skateboards are nothing new, but this one is weight-sensing, much like the Silly Seg.
Source: youtube.com / via: wired.com
Percurso pedestre com 340 quilómetros na Costa Vicentina abre sexta-feira
Percurso pedestre com 340 quilómetros na Costa Vicentina abre sexta-feira:
in Publico.pt
Para já, estão concluídos cerca de 200 quilómetros deste percurso que tem mais de 340 quilómetros, correspondendo ao troço localizado no Alentejo, adiantou à Lusa Marta Cabral, coordenadora do projecto “Rota Vicentina”.
Ainda “há coisas a terminar, como alguns painéis”, mas “já há condições para fazer o caminho com total autonomia e segurança”, explicou.
Segundo a responsável, a “Rota Vicentina”, que liga Santiago do Cacém ao cabo de São Vicente, foi criada com o “grande objectivo” de “colocar a região no mapa internacional dos destinos de turismo de natureza”.
“Estamos a oferecer um produto que está na linha da frente, pelo menos ao nível do Sul da Europa”, defendeu Marta Cabral, acrescentando que os operadores de turismo e a imprensa especializados têm dado “um retorno infinitamente positivo”.
Este projecto surge numa altura em que a costa alentejana está a perder turistas nacionais. De acordo com dados divulgados pelo Pólo Turístico do Litoral Alentejano, nos primeiros meses deste ano, incluindo a Páscoa, a região registou uma quebra de 15 a 16% na procura interna.
Por outro lado, houve um aumento entre 7,5 e 9% de turistas oriundos de países como a Alemanha, Bélgica, França e Reino Unido.
Para Marta Cabral, a “questão da crise nacional torna este projecto mais pertinente”, assegurando que “veio na altura certíssima”, respondendo à “grande apetência que o mercado internacional está a demonstrar constantemente” pela região.
Resultado de uma parceria público-privada, que inclui, entre outras entidades, a Associação Casas Brancas, a Associação Almargem, municípios, o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade e a Entidade Regional de Turismo do Alentejo, este projecto representa um investimento de 540 mil euros, comparticipado por fundos comunitários.
A “Rota Vicentina” oferece aos turistas dois caminhos. Um designado de “histórico”, feito mais pelo interior e que passa por várias localidades, e outro que aproveita trilhos pedonais de pescadores.
Está em curso o processo de homologação do caminho histórico pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, para que possa ser integrado na GR11, uma grande rota de percursos pedestres que liga Sagres a São Petersburgo, na Rússia.
A partir da próxima sexta-feira, os interessados poderão descarregar no sítio na Internet da “Rota Vicentina” (www.rotavicentina.com) o mapa de todas as etapas e coordenadas GPS, embora Marta Cabral assegure que é possível realizar as caminhadas sem recurso a esta tecnologia
in Publico.pt
Para já, estão concluídos cerca de 200 quilómetros deste percurso que tem mais de 340 quilómetros, correspondendo ao troço localizado no Alentejo, adiantou à Lusa Marta Cabral, coordenadora do projecto “Rota Vicentina”.
Ainda “há coisas a terminar, como alguns painéis”, mas “já há condições para fazer o caminho com total autonomia e segurança”, explicou.
Segundo a responsável, a “Rota Vicentina”, que liga Santiago do Cacém ao cabo de São Vicente, foi criada com o “grande objectivo” de “colocar a região no mapa internacional dos destinos de turismo de natureza”.
“Estamos a oferecer um produto que está na linha da frente, pelo menos ao nível do Sul da Europa”, defendeu Marta Cabral, acrescentando que os operadores de turismo e a imprensa especializados têm dado “um retorno infinitamente positivo”.
Este projecto surge numa altura em que a costa alentejana está a perder turistas nacionais. De acordo com dados divulgados pelo Pólo Turístico do Litoral Alentejano, nos primeiros meses deste ano, incluindo a Páscoa, a região registou uma quebra de 15 a 16% na procura interna.
Por outro lado, houve um aumento entre 7,5 e 9% de turistas oriundos de países como a Alemanha, Bélgica, França e Reino Unido.
Para Marta Cabral, a “questão da crise nacional torna este projecto mais pertinente”, assegurando que “veio na altura certíssima”, respondendo à “grande apetência que o mercado internacional está a demonstrar constantemente” pela região.
Resultado de uma parceria público-privada, que inclui, entre outras entidades, a Associação Casas Brancas, a Associação Almargem, municípios, o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade e a Entidade Regional de Turismo do Alentejo, este projecto representa um investimento de 540 mil euros, comparticipado por fundos comunitários.
A “Rota Vicentina” oferece aos turistas dois caminhos. Um designado de “histórico”, feito mais pelo interior e que passa por várias localidades, e outro que aproveita trilhos pedonais de pescadores.
Está em curso o processo de homologação do caminho histórico pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, para que possa ser integrado na GR11, uma grande rota de percursos pedestres que liga Sagres a São Petersburgo, na Rússia.
A partir da próxima sexta-feira, os interessados poderão descarregar no sítio na Internet da “Rota Vicentina” (www.rotavicentina.com) o mapa de todas as etapas e coordenadas GPS, embora Marta Cabral assegure que é possível realizar as caminhadas sem recurso a esta tecnologia
ENSAIO: Volvo XC70 D4 2.0/163 cv DRIVe
ENSAIO: Volvo XC70 D4 2.0/163 cv DRIVe:



Uma das qualidades da Volvo é a capacidade para construir carros intemporais, com linhas capazes de resistirem ao passar do tempo. O XC70 é um desses veículos. Baseado na carrinha V70, o design ganhou outra personalidade nesta versão que faz apelo a características “off-road”, como a maior altura ao solo ou as protecções plásticas da carroçaria. Somente com tracção dianteira e motor 2.0 Drive, este XC70 cumpre o que promete: uma condução familiar muito descontraída, com resultados garantidos em termos de economia dos consumos.
Mesmo com um acréscimo significativo da altura em relação solo (21 cm), as características de conforto e segurança continuam presentes.
Apesar de não se poder exigir muito de um carro sem tracção integral, que pesa quase duas toneladas e tem para o embalar um motor diesel 2.0 com 163 cv, é notável o esforço e o equilíbrio desta mecânica de 5 cilindros. À força de um bom binário (400 Nm) alcançado bem cedo (a partir das 1500 rpm), ela consegue assegurar desenvoltura e garantir um consumo médio de 6,1 litros, segundo o registo no computador de bordo após alguns dias de ensaio.
O prestígio conserva-se
O traço de 2007 conheceu uma actualização em 2011, mantendo o conjunto a silhueta esguia e alongada que lhe fornece um interior espaçoso. Mas não surpreendente, apesar da largura ou dos quase cinco metros que tem de comprimento.
Poucas diferenças existem em relação à carrinha que dá origem ao XC 70, ressaltando de imediato dois pormenores importantes para o segmento em que se insere: a qualidade dos materiais, o que contribui para o reforço da imagem de prestígio, e a boa insonorização, detalhe decisivo para o conforto em viagem.
Efectivamente, ao traço típico do habitáculo de um Volvo (forma da consola central, desenho e disposição dos comandos), esta versão pode contar com itens de conforto e funcionalidade como o sistema sem chave, o travão de mão automático, os bancos aquecidos e o portão da mala automático, além das habituais ajudas à condução. Algum destes itens pagos à parte, naturalmente, como o sistema de navegação cujo ecrã passou a integrar a zona do tablier.
Capacidade e funcionalidade da mala
Por vezes, a qualidade de um produto intui-se pelo “peso” que certas partes nos transmitem. É mais uma vez o caso do XC 70 e, quem tenha a oportunidade para o comprovar, experimente rebater o banco traseiro. Nada disto acontece por acaso quando estamos na presença de um veículo de uma marca para quem a segurança de todos – condutor, ocupantes e peões – conta muito. Tal como outros modelos do construtor sueco, os lugares laterais traseiros podem contar com assento para crianças integrado.
O destaque principal vai para a capacidade e elevada funcionalidade da mala: 575 litros, ampliáveis aos 1600 com o rebatimento dos bancos, proporcionando, nesse caso, uma profundidade que quase atinge os dois metros. Com vários pontos para melhor fixação da carga e alçapão para colocar pequenos objectos sob o piso da mala, estranha-se apenas a ausência de pneu suplente.
Solução mais económica
O desempenho dinâmico reflecte o apelo à contenção dos consumos. Do ponto de vista económico, esta versão tem muito para agradar ao consumidor português: é bastante mais acessível do que o motor 2.4, que só dispõe de tracção integral, embora pague o mesmo de Imposto Anual de Circulação (195,93 euros). Tanto o consumo médio anunciado, como o valor das emissões de CO2, também não diferem significativamente.
Para aumentar a poupança, esta versão Drive em particular recorre a um sistema start/stop, rápido e sensível, que pode ser desligado, possuindo ainda um indicador, com aconselhamento, da mudança engrenada.
Veículo de estrada com apelo marítimo
Em matéria de comportamento, o XC70, apesar da maior altura, é mais estável do que a maioria dos SUV. Mesmo demonstrando alguma tendência para alargar a trajectória (até porque fica apenas a uma dúzia de centímetros dos 5 metros), descreve curvas com precisão e segurança.
A dimensão e o peso tornam-no mais indicado para a estrada do que para a cidade, sendo possível incluir equipamento de apoio ao parqueamento mas não câmara de estacionamento traseiro.
Fruto da vinda a Portugal da Volvo Ocean Race, o XC70 beneficia de uma versão especial evocativa, dotada de mais equipamento sem acréscimo do preço.
Por falar em mar, a capacidade de reboque (de um pequeno barco, por exemplo), neste caso, é de 1600 kg, em vez dos 2100 kg da versão com tracção integral desde mesmo motor ou da variante D5 2.4 com 215 cv.
Mesmo com um acréscimo significativo da altura em relação solo (21 cm), as características de conforto e segurança continuam presentes.
Apesar de não se poder exigir muito de um carro sem tracção integral, que pesa quase duas toneladas e tem para o embalar um motor diesel 2.0 com 163 cv, é notável o esforço e o equilíbrio desta mecânica de 5 cilindros. À força de um bom binário (400 Nm) alcançado bem cedo (a partir das 1500 rpm), ela consegue assegurar desenvoltura e garantir um consumo médio de 6,1 litros, segundo o registo no computador de bordo após alguns dias de ensaio.
O prestígio conserva-se
O traço de 2007 conheceu uma actualização em 2011, mantendo o conjunto a silhueta esguia e alongada que lhe fornece um interior espaçoso. Mas não surpreendente, apesar da largura ou dos quase cinco metros que tem de comprimento.
Poucas diferenças existem em relação à carrinha que dá origem ao XC 70, ressaltando de imediato dois pormenores importantes para o segmento em que se insere: a qualidade dos materiais, o que contribui para o reforço da imagem de prestígio, e a boa insonorização, detalhe decisivo para o conforto em viagem.
Efectivamente, ao traço típico do habitáculo de um Volvo (forma da consola central, desenho e disposição dos comandos), esta versão pode contar com itens de conforto e funcionalidade como o sistema sem chave, o travão de mão automático, os bancos aquecidos e o portão da mala automático, além das habituais ajudas à condução. Algum destes itens pagos à parte, naturalmente, como o sistema de navegação cujo ecrã passou a integrar a zona do tablier.
Capacidade e funcionalidade da malaPor vezes, a qualidade de um produto intui-se pelo “peso” que certas partes nos transmitem. É mais uma vez o caso do XC 70 e, quem tenha a oportunidade para o comprovar, experimente rebater o banco traseiro. Nada disto acontece por acaso quando estamos na presença de um veículo de uma marca para quem a segurança de todos – condutor, ocupantes e peões – conta muito. Tal como outros modelos do construtor sueco, os lugares laterais traseiros podem contar com assento para crianças integrado.
O destaque principal vai para a capacidade e elevada funcionalidade da mala: 575 litros, ampliáveis aos 1600 com o rebatimento dos bancos, proporcionando, nesse caso, uma profundidade que quase atinge os dois metros. Com vários pontos para melhor fixação da carga e alçapão para colocar pequenos objectos sob o piso da mala, estranha-se apenas a ausência de pneu suplente.
Solução mais económica
O desempenho dinâmico reflecte o apelo à contenção dos consumos. Do ponto de vista económico, esta versão tem muito para agradar ao consumidor português: é bastante mais acessível do que o motor 2.4, que só dispõe de tracção integral, embora pague o mesmo de Imposto Anual de Circulação (195,93 euros). Tanto o consumo médio anunciado, como o valor das emissões de CO2, também não diferem significativamente.Para aumentar a poupança, esta versão Drive em particular recorre a um sistema start/stop, rápido e sensível, que pode ser desligado, possuindo ainda um indicador, com aconselhamento, da mudança engrenada.
Veículo de estrada com apelo marítimo
Em matéria de comportamento, o XC70, apesar da maior altura, é mais estável do que a maioria dos SUV. Mesmo demonstrando alguma tendência para alargar a trajectória (até porque fica apenas a uma dúzia de centímetros dos 5 metros), descreve curvas com precisão e segurança.
A dimensão e o peso tornam-no mais indicado para a estrada do que para a cidade, sendo possível incluir equipamento de apoio ao parqueamento mas não câmara de estacionamento traseiro.
Fruto da vinda a Portugal da Volvo Ocean Race, o XC70 beneficia de uma versão especial evocativa, dotada de mais equipamento sem acréscimo do preço.
Por falar em mar, a capacidade de reboque (de um pequeno barco, por exemplo), neste caso, é de 1600 kg, em vez dos 2100 kg da versão com tracção integral desde mesmo motor ou da variante D5 2.4 com 215 cv.
Dados mais importantes | |
Preços desde | 51310 euros |
Motor | 1984 cc, DOHC, 5 cil/20 V, 163 cv às 3500rpm, 400 Nm das 1500 às 2750 rpm, common rail, turbo, geometria variável, intercooler |
Prestações | 205 km/h, 10,2 seg. (0/100 km/h) |
Consumos (médio/estrada/cidade) | 5,5 / 4,8 / 6,8 litros |
Emissões Poluentes (CO2) | 144 gr/km |
Procura automóvel novo, usado ou acessórios? Quer saber mais sobre este ou sobre outro veículo?
Sugestão TeK: Tecnologia para melhorar o verão
Sugestão TeK: Tecnologia para melhorar o verão: Sim, o calor chegou. Quando já pensávamos que seria inverno para sempre, eis que as temperaturas disparam e os termómetros nos recordam que afinal falta pouco mais de um mês para o início do verão.
Estações diferentes exigem diferentes gadgets (e afins) e como quem celebra a chegada do bom tempo, deixamos hoje algumas sugestões às quais reconhecemos potencial para melhorar a época estival. De colunas de exterior para o leitor de mp3 a caixas para não estragar a máquina que tanto preza, sem esquecer as aplicações.
Como todas as estações são boas para ouvir música mas nem todas nos permitem tirar partido direto dos benefícios do sol, começamos precisamente por um equipamento que aproveita a luz solar para oferecer infinitas horas de música: na praia, na piscina ou no campo, ninguém vai querer saber da tomada.
Eton Rokus Solar é o nome do equipamento, que foi uma das atrações da última CES e se encontra agora à venda por 150 dólares. Esta coluna de exterior alimentada a luz solar liga-se a leitores de MP3 e smartphones através de Bluetooth, mas também pode ser conectada via USB.
Conta também com detalhes como o visor que recorre a tecnologia e-ink, para facilitar a utilização em condições de muita luz e surge na lista de hoje principalmente devido às suas características, pois atualmente a Amazon apenas está aceitar encomendas de clientes nos EUA. Não sabendo quantos dos nossos leitores terão oportunidade de adquiri-lo no estrangeiro, serve também de alerta para uma eventual disponibilização do equipamento a nível global.
Mas se de facto procura umas colunas para levar consigo num passeio e não quer esperar, temos outra sugestão para si. Mais focado no som do que propriamente na fonte de alimentação (funciona ligado à corrente ou com 6 pilhas AA), o sistema Steez, da Pioneer, pode ser uma solução - ao nível dos mais exigentes e com um preço de 299 euros a condizer.
Segundo a marca, estes leitores "são concebidos para quem quer dançar", pelo que basta ligá-los a um iPod, iPhone ou qualquer leitor multimédia ou smarpthone com entrada USB e começar a usar. O equipamento, que vem acompanhado de comando, também pode ser sincronizado com um computador e dispõe de uma memória interna de 4GB, onde pode ser guardada música. Pesa 1,2 Kg e está disponível em diferentes cores.
Aos mais discretos mas igualmente dependentes de música - e portadores de um iPod Nano - recomendamos uma passagem pela loja da Apple para descobrir esta a bracelete de relógio em pele Hex Vision Classic, que transforma o pequeno leitor de ecrã tátil num relógio.
O acessório custa 49,95 euros e está disponível em branco, preto e castanho. Se colocado no "modo" relógio é mesmo possível que ninguém se aperceba de que leva um iPod agarrado ao pulso. A menos que tenha os auscultadores ligados a ele.
Do som passamos à imagem, com algumas sugestões que visam ampliar o leque de possibilidades de utilização dos dispositivos que temos em casa. Já por diversas vezes aqui falámos de câmaras fotográficas e de filmar à prova de água - assim como de telemóveis e tablets com as mesmas características e chegada ao mercado prevista para breve. Mas em tempos de crise apostamos na reutilização.
A sugestão passa por criações como as bolsas estanque da Aquapac, compatíveis com diversos modelos de máquinas e que asseguram a integridade do equipamento em ambientes húmidos e propícios a salpicos. No seu lugar não iríamos, porém, arriscar-nos a fazer mergulho com elas. A fabricante diz que suportam até 3 metros de profundidade.
Na Fnac, por exemplo, são vendidos dois modelos, o 414, para máquinas compactas, que custa 32,99 euros, e o 455, para câmaras DSLR, ao preço de 124 euros. O requisito é que as câmaras a colocar no interior não excedam o tamanho da circunferência que permite controlar o visor e tocar nos botões da máquina.
Caso pertença ao grupo daqueles que já há muito substituiu a câmara pelo smartphone ou tablet, para além das sugestões da mesma marca, destacamos o lote de soluções de baixo custo BubbleShield, da The Joy Factory - que expede encomendas para Portugal.
A linha inclui capas à prova de água e pó para smartphones, tablets (de vários tamanhos) ou leitores de ebooks, por valores que rondam os 19,95 dólares mais as eventuais despesas de envio.
A mesma marca tem uma proposta que capaz de agradar aos adeptos dos passeios de mota ou bicicleta: uma capa que permite fixar o iPhone no guiador, oferecendo também proteção contra água, pó e outros "maus tratos". Chama-se StormCruiser e custa 49,95 dólares.
Ainda para os fãs do iPhone - e das potencialidades da última geração de smarpthones da Apple em matéria de captação de imagem - vale a ponderar com carinho adotar a Dot. Trata-se de um acessório que promete conferir um maior campo de visão aos filmes captados durante as férias.
A criação, de que já falámos em pormenor no TeK, é assinada pela start-up norte-americana Kogeto, consiste numa câmara que é acoplada ao iPhone para permitir a gravação de vídeos a 360º. O equipamento pode ser encomendado no site da empresa, por 79 dólares, um valor que, para os clientes portugueses, deverá ser sujeito à taxa de câmbio aplicável no momento da compra e às despesas de envio.
Para o fim deixámos o software. Porque o verão também - na maioria dos casos - sinónimo de férias e de tempo livre e porque a mobilidade é cada vez mais a tendência dominante (principalmente em férias), terminamos o lote de sugestões de hoje mencionando algumas aplicações que podem ajudar a programar as viagens ou a passar aquelas duras horas de espera por um cocktail numa qualquer espreguiçadeira.
Em matéria de procura de voos e hotéis há duas soluções particularmente populares e de utilização gratuita. Falamos da Momondo que conta com versões para Android e iOS, e da versão móvel do SkyScanner (para Android e iOS), um serviço que se apresenta como uma espécie de motor de busca para as melhores soluções para viagens e estadias, encaminhando os utilizadores para os sites dos prestadores de serviços, sem cobrar comissões por isso.
Chegado ao destino, é hora de relaxar. Que tal um livro?
A aplicação do Kindle para Android e iOS é sempre uma boa opção, principalmente devido ao generoso catálogo de títulos disponibilizado pela Amazon e de funcionalidades como a sincronização com a leitura das obras noutros dispositivos (como o Kindle ou o computador).
Para os utilizadores de Android fica ainda a referência ao Aldiko, uma solução completa, que permite descarregar títulos gratuitamente (livros do domínio público ou que foram disponibilizados pelos autores) e adquirir obras em algumas lojas online. É também possível importar livros do computador, sendo compatível com formatos ePub e PDF.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
Joana M. Fernandes
Estações diferentes exigem diferentes gadgets (e afins) e como quem celebra a chegada do bom tempo, deixamos hoje algumas sugestões às quais reconhecemos potencial para melhorar a época estival. De colunas de exterior para o leitor de mp3 a caixas para não estragar a máquina que tanto preza, sem esquecer as aplicações.
Como todas as estações são boas para ouvir música mas nem todas nos permitem tirar partido direto dos benefícios do sol, começamos precisamente por um equipamento que aproveita a luz solar para oferecer infinitas horas de música: na praia, na piscina ou no campo, ninguém vai querer saber da tomada.
Eton Rokus Solar é o nome do equipamento, que foi uma das atrações da última CES e se encontra agora à venda por 150 dólares. Esta coluna de exterior alimentada a luz solar liga-se a leitores de MP3 e smartphones através de Bluetooth, mas também pode ser conectada via USB.
Conta também com detalhes como o visor que recorre a tecnologia e-ink, para facilitar a utilização em condições de muita luz e surge na lista de hoje principalmente devido às suas características, pois atualmente a Amazon apenas está aceitar encomendas de clientes nos EUA. Não sabendo quantos dos nossos leitores terão oportunidade de adquiri-lo no estrangeiro, serve também de alerta para uma eventual disponibilização do equipamento a nível global.
Mas se de facto procura umas colunas para levar consigo num passeio e não quer esperar, temos outra sugestão para si. Mais focado no som do que propriamente na fonte de alimentação (funciona ligado à corrente ou com 6 pilhas AA), o sistema Steez, da Pioneer, pode ser uma solução - ao nível dos mais exigentes e com um preço de 299 euros a condizer.
Segundo a marca, estes leitores "são concebidos para quem quer dançar", pelo que basta ligá-los a um iPod, iPhone ou qualquer leitor multimédia ou smarpthone com entrada USB e começar a usar. O equipamento, que vem acompanhado de comando, também pode ser sincronizado com um computador e dispõe de uma memória interna de 4GB, onde pode ser guardada música. Pesa 1,2 Kg e está disponível em diferentes cores.
Aos mais discretos mas igualmente dependentes de música - e portadores de um iPod Nano - recomendamos uma passagem pela loja da Apple para descobrir esta a bracelete de relógio em pele Hex Vision Classic, que transforma o pequeno leitor de ecrã tátil num relógio.
O acessório custa 49,95 euros e está disponível em branco, preto e castanho. Se colocado no "modo" relógio é mesmo possível que ninguém se aperceba de que leva um iPod agarrado ao pulso. A menos que tenha os auscultadores ligados a ele.
Do som passamos à imagem, com algumas sugestões que visam ampliar o leque de possibilidades de utilização dos dispositivos que temos em casa. Já por diversas vezes aqui falámos de câmaras fotográficas e de filmar à prova de água - assim como de telemóveis e tablets com as mesmas características e chegada ao mercado prevista para breve. Mas em tempos de crise apostamos na reutilização.
A sugestão passa por criações como as bolsas estanque da Aquapac, compatíveis com diversos modelos de máquinas e que asseguram a integridade do equipamento em ambientes húmidos e propícios a salpicos. No seu lugar não iríamos, porém, arriscar-nos a fazer mergulho com elas. A fabricante diz que suportam até 3 metros de profundidade.
Na Fnac, por exemplo, são vendidos dois modelos, o 414, para máquinas compactas, que custa 32,99 euros, e o 455, para câmaras DSLR, ao preço de 124 euros. O requisito é que as câmaras a colocar no interior não excedam o tamanho da circunferência que permite controlar o visor e tocar nos botões da máquina.
Caso pertença ao grupo daqueles que já há muito substituiu a câmara pelo smartphone ou tablet, para além das sugestões da mesma marca, destacamos o lote de soluções de baixo custo BubbleShield, da The Joy Factory - que expede encomendas para Portugal.
A linha inclui capas à prova de água e pó para smartphones, tablets (de vários tamanhos) ou leitores de ebooks, por valores que rondam os 19,95 dólares mais as eventuais despesas de envio.
A mesma marca tem uma proposta que capaz de agradar aos adeptos dos passeios de mota ou bicicleta: uma capa que permite fixar o iPhone no guiador, oferecendo também proteção contra água, pó e outros "maus tratos". Chama-se StormCruiser e custa 49,95 dólares.
Ainda para os fãs do iPhone - e das potencialidades da última geração de smarpthones da Apple em matéria de captação de imagem - vale a ponderar com carinho adotar a Dot. Trata-se de um acessório que promete conferir um maior campo de visão aos filmes captados durante as férias.
A criação, de que já falámos em pormenor no TeK, é assinada pela start-up norte-americana Kogeto, consiste numa câmara que é acoplada ao iPhone para permitir a gravação de vídeos a 360º. O equipamento pode ser encomendado no site da empresa, por 79 dólares, um valor que, para os clientes portugueses, deverá ser sujeito à taxa de câmbio aplicável no momento da compra e às despesas de envio.
Para o fim deixámos o software. Porque o verão também - na maioria dos casos - sinónimo de férias e de tempo livre e porque a mobilidade é cada vez mais a tendência dominante (principalmente em férias), terminamos o lote de sugestões de hoje mencionando algumas aplicações que podem ajudar a programar as viagens ou a passar aquelas duras horas de espera por um cocktail numa qualquer espreguiçadeira.
Em matéria de procura de voos e hotéis há duas soluções particularmente populares e de utilização gratuita. Falamos da Momondo que conta com versões para Android e iOS, e da versão móvel do SkyScanner (para Android e iOS), um serviço que se apresenta como uma espécie de motor de busca para as melhores soluções para viagens e estadias, encaminhando os utilizadores para os sites dos prestadores de serviços, sem cobrar comissões por isso.
Chegado ao destino, é hora de relaxar. Que tal um livro?
A aplicação do Kindle para Android e iOS é sempre uma boa opção, principalmente devido ao generoso catálogo de títulos disponibilizado pela Amazon e de funcionalidades como a sincronização com a leitura das obras noutros dispositivos (como o Kindle ou o computador).
Para os utilizadores de Android fica ainda a referência ao Aldiko, uma solução completa, que permite descarregar títulos gratuitamente (livros do domínio público ou que foram disponibilizados pelos autores) e adquirir obras em algumas lojas online. É também possível importar livros do computador, sendo compatível com formatos ePub e PDF.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
Joana M. Fernandes
The Knife-Foot Eagle Is The Most Dangerous Eagle Ever
The Knife-Foot Eagle Is The Most Dangerous Eagle Ever:
If you see this heading your way, it may already be too late.

Via: aftonbladet.se

Via: aftonbladet.se
If you see this heading your way, it may already be too late.
Via: aftonbladet.se
Via: aftonbladet.se
APRESENTAÇÂO: Citroën NUMÉRO 9 (linha DS)
APRESENTAÇÂO: Citroën NUMÉRO 9 (linha DS):
É a nova expressão da linha DS. Inspirada pelos seus 90 anos de história e de excelência automóvel, a Citroën alarga a sua gama de prestígio a um novo modelo que prossegue as características únicas de qualidade e “savoir faire” em termos de criatividade e de tecnologia. Mas este ainda protótipo antecipa também o futuro da linhagem DS, preanunciando os códigos estilísticos dos três veículos que se seguem: um familiar para o segmento C, um SUV e exclusivo topo de gama do segmento D.
Chama-se ainda “concept car” Numéro 9 e foi revelado no Salão Automóvel da China, não fosse este, actualmente, o mercado mais importante do construtor francês.
Além do que as linhas exteriores mostram pouco mais se sabe. Mas aquilo que é revelado é suficiente para entusiasmar. Carismático e envolvente, impõe pelo tamanho, pelas linhas futuristas e fluídas, tem, enfim, tudo o que precisa para atrair ao primeiro olhar.
Como se deseja.
Sabe-se também que a nova identidade na secção frontal foi concebida para permitir a tecnologia Full-hybrid Plugin, ou seja, além da possibilidade de carregar as baterias do motor eléctrico por regeneração - ou por acção da motorização térmica -, também poderá fazê-lo através da ligação a um posto de energia eléctrica.
Graças a isso beneficiará de 50 km de autonomia em modo eléctrico, de uma conjugação da potência de 295 cv com efeito “boost” e de emissões de apenas… 39 g/km de CO2!
Mas vamos aos detalhes:
Silhueta apaixonante
Num casamento subtil entre as proporções de um coupé com as de uma carrinha, o Numéro 9 impõe o longo capot e a altura muito baixa, de apenas 1,27m, para fazer ressaltar, ainda mais, a imponência das jantes de 21 polegadas, nas quais estão montados pneus Michelin 245/35.
Com um comprimento de 4,93 m e uma largura de 1,94 m, a distância entre eixos de 3 metros possibilita o aumento do espaço para as pernas dos passageiros do banco de trás.
Com a atenção focada em cada detalhe, o “concept car” Numéro 9 encarna não só a herança e o refinamento da linha DS, como abre um novo capítulo estilístico no universo desta gama “premium”. A identidade da secção frontal passa por uma assinatura luminosa inédita e pela adopção de uma grelha com relevo tri-dimensional. Esta grelha funde-se com os faróis de LED situados nas extremidades as luzes diurnas (DRL), conferindo-lhe um olhar forte, hipnótico e original.
Dono e senhor de outros traços distintos, entre os mais expressivos contam-se a forma e o modo do tejadilho flutuante, sublinhado por uma assinatura cromada sobre a qual aparece, em discreta filigrana, a sigla DS. Mas também pelas superfícies laterais vidradas que se conjugam com o vidro traseiro.
Misterioso e sofisticado, o Numéro 9 acentua isso na cor negra da carroçaria, com subtis nuances de roxo de nome “whisper” e nos acabamentos cromados “californien”.
Mas não se trata somente de um design inspirado, capaz de uma excelente fluidez aerodinâmica; todos os detalhes foram desenhados para contribuir para a sua eficácia, desde o spoiler traseiro às jantes, que favorecem a deslocação do ar graças às lamelas integradas.
Mecânica do futuro
A herança tecnológica está também presente no capítulo mecânico. A tecnologia Full-hybrid Plug-in engloba uma cadeia de tracção híbrida, recarregável, caracterizada pela implantação de um motor eléctrico no eixo traseiro.
Desenvolvendo uma potência de 70 cv e um binário de 200 Nm, este motor eléctrico é alimentado pelas baterias de iões de lítio, recarregáveis em apenas 3h30 numa tomada de corrente doméstica.
Numa utilização urbana, com o modo ZEV (Zero Emission Vehicule – Veículo Emissões Zero) que permite aceder ao modo totalmente eléctrico, consegue uma autonomia de 50 quilómetros. Combinado com um motor térmico, a gasolina ou diesel dependendo dos mercados, este motor eléctrico traseiro aumenta as prestações e melhora a aderência em percursos mais exigentes, onde o modo híbrido permite ainda limitar os consumos com a utilização das duas energias.
295 cavalos para 39 g de CO2
O modelo exposto no Salão de Pequim adopta uma motorização a gasolina 1.6 THP, com uma potência de 225 cv e um binário de 275 Nm.
Dotado da tecnologia micro-híbrida de última geração, capaz de colocar o motor térmico ao ralenti nas situações em que o seu funcionamento não se justifica, em caso de forte solicitação do pedal do acelerador ou da necessidade imediata de binário, uma função “boost” associa o binário do motor ao do motor eléctrico.
Neste caso, a potência atinge os 295 cv, levando-o dos 0 aos 100 km/h em 5,4 segundos e fazendo 1000 m, com arranque parado, em 25,3 segundos.
Isto sem prejuízo dos consumos que são, em média, de 1,7 l/100 km, ou das emissões, de apenas 39 g/km de CO2.
Além do modo 4x4, proporcionado pela conjugação dos dois motores ser ideal para estradas com pouca aderência, como pisos com neve ou gelo, a nova tecnologia full-hybrid recarregável vem oferecer uma terceira vantagem: a temperatura do habitáculo pode ser regulada antes de cada utilização do veículo, ou seja, com ele ainda ligado à tomada de energia, poupando, desse modo, a capacidade das baterias.
Dimensões
Comprimento : 4,93 m
Largura : 1,94 m
Altura : 1,27 m
Distância entre eixos : 3 m
Peso
Peso total em carga : 1 500 kg
Transmissão híbrida plug-in
Motor a gasolina 1.6 THP : potência de 225 cv (165 kW) / 275 Nm de binário
Motor eléctrico no eixo traseiro : potência de 70 cv / 200 Nm de binário
Modo ZEV : autonomia de 50 km
Performances e consumos
0 a 1 000 m : 25,3 segundos
0 a 100 km/h : 5,4 segundos
Velocidade máxima : 244 km/h
Consumo : 1,7 l/100 km em circuito misto MVEG
Emissões de CO2 : 39 g/km
Aerodinâmica
SCx : 0,61 m²
Ligações ao solo
Pneus MICHELIN 245/35 ZR21
(Elaborado com base em documento distribuído pelo departamento de comunicação da marca)
Procura automóvel novo, usado ou acessórios? Quer saber mais sobre este ou sobre outro veículo?



É a nova expressão da linha DS. Inspirada pelos seus 90 anos de história e de excelência automóvel, a Citroën alarga a sua gama de prestígio a um novo modelo que prossegue as características únicas de qualidade e “savoir faire” em termos de criatividade e de tecnologia. Mas este ainda protótipo antecipa também o futuro da linhagem DS, preanunciando os códigos estilísticos dos três veículos que se seguem: um familiar para o segmento C, um SUV e exclusivo topo de gama do segmento D.
Chama-se ainda “concept car” Numéro 9 e foi revelado no Salão Automóvel da China, não fosse este, actualmente, o mercado mais importante do construtor francês.
Além do que as linhas exteriores mostram pouco mais se sabe. Mas aquilo que é revelado é suficiente para entusiasmar. Carismático e envolvente, impõe pelo tamanho, pelas linhas futuristas e fluídas, tem, enfim, tudo o que precisa para atrair ao primeiro olhar.
Como se deseja.
Sabe-se também que a nova identidade na secção frontal foi concebida para permitir a tecnologia Full-hybrid Plugin, ou seja, além da possibilidade de carregar as baterias do motor eléctrico por regeneração - ou por acção da motorização térmica -, também poderá fazê-lo através da ligação a um posto de energia eléctrica.
Graças a isso beneficiará de 50 km de autonomia em modo eléctrico, de uma conjugação da potência de 295 cv com efeito “boost” e de emissões de apenas… 39 g/km de CO2!
Mas vamos aos detalhes:
Silhueta apaixonante
Num casamento subtil entre as proporções de um coupé com as de uma carrinha, o Numéro 9 impõe o longo capot e a altura muito baixa, de apenas 1,27m, para fazer ressaltar, ainda mais, a imponência das jantes de 21 polegadas, nas quais estão montados pneus Michelin 245/35.
Com um comprimento de 4,93 m e uma largura de 1,94 m, a distância entre eixos de 3 metros possibilita o aumento do espaço para as pernas dos passageiros do banco de trás.
Com a atenção focada em cada detalhe, o “concept car” Numéro 9 encarna não só a herança e o refinamento da linha DS, como abre um novo capítulo estilístico no universo desta gama “premium”. A identidade da secção frontal passa por uma assinatura luminosa inédita e pela adopção de uma grelha com relevo tri-dimensional. Esta grelha funde-se com os faróis de LED situados nas extremidades as luzes diurnas (DRL), conferindo-lhe um olhar forte, hipnótico e original.
Dono e senhor de outros traços distintos, entre os mais expressivos contam-se a forma e o modo do tejadilho flutuante, sublinhado por uma assinatura cromada sobre a qual aparece, em discreta filigrana, a sigla DS. Mas também pelas superfícies laterais vidradas que se conjugam com o vidro traseiro.
Misterioso e sofisticado, o Numéro 9 acentua isso na cor negra da carroçaria, com subtis nuances de roxo de nome “whisper” e nos acabamentos cromados “californien”.
Mas não se trata somente de um design inspirado, capaz de uma excelente fluidez aerodinâmica; todos os detalhes foram desenhados para contribuir para a sua eficácia, desde o spoiler traseiro às jantes, que favorecem a deslocação do ar graças às lamelas integradas.
Mecânica do futuro
A herança tecnológica está também presente no capítulo mecânico. A tecnologia Full-hybrid Plug-in engloba uma cadeia de tracção híbrida, recarregável, caracterizada pela implantação de um motor eléctrico no eixo traseiro.
Desenvolvendo uma potência de 70 cv e um binário de 200 Nm, este motor eléctrico é alimentado pelas baterias de iões de lítio, recarregáveis em apenas 3h30 numa tomada de corrente doméstica.
Numa utilização urbana, com o modo ZEV (Zero Emission Vehicule – Veículo Emissões Zero) que permite aceder ao modo totalmente eléctrico, consegue uma autonomia de 50 quilómetros. Combinado com um motor térmico, a gasolina ou diesel dependendo dos mercados, este motor eléctrico traseiro aumenta as prestações e melhora a aderência em percursos mais exigentes, onde o modo híbrido permite ainda limitar os consumos com a utilização das duas energias.
295 cavalos para 39 g de CO2
O modelo exposto no Salão de Pequim adopta uma motorização a gasolina 1.6 THP, com uma potência de 225 cv e um binário de 275 Nm.
Dotado da tecnologia micro-híbrida de última geração, capaz de colocar o motor térmico ao ralenti nas situações em que o seu funcionamento não se justifica, em caso de forte solicitação do pedal do acelerador ou da necessidade imediata de binário, uma função “boost” associa o binário do motor ao do motor eléctrico.
Neste caso, a potência atinge os 295 cv, levando-o dos 0 aos 100 km/h em 5,4 segundos e fazendo 1000 m, com arranque parado, em 25,3 segundos.
Isto sem prejuízo dos consumos que são, em média, de 1,7 l/100 km, ou das emissões, de apenas 39 g/km de CO2.
Além do modo 4x4, proporcionado pela conjugação dos dois motores ser ideal para estradas com pouca aderência, como pisos com neve ou gelo, a nova tecnologia full-hybrid recarregável vem oferecer uma terceira vantagem: a temperatura do habitáculo pode ser regulada antes de cada utilização do veículo, ou seja, com ele ainda ligado à tomada de energia, poupando, desse modo, a capacidade das baterias.
Dimensões
Comprimento : 4,93 m
Largura : 1,94 m
Altura : 1,27 m
Distância entre eixos : 3 m
Peso
Peso total em carga : 1 500 kg
Transmissão híbrida plug-in
Motor a gasolina 1.6 THP : potência de 225 cv (165 kW) / 275 Nm de binário
Motor eléctrico no eixo traseiro : potência de 70 cv / 200 Nm de binário
Modo ZEV : autonomia de 50 km
Performances e consumos
0 a 1 000 m : 25,3 segundos
0 a 100 km/h : 5,4 segundos
Velocidade máxima : 244 km/h
Consumo : 1,7 l/100 km em circuito misto MVEG
Emissões de CO2 : 39 g/km
Aerodinâmica
SCx : 0,61 m²
Ligações ao solo
Pneus MICHELIN 245/35 ZR21
(Elaborado com base em documento distribuído pelo departamento de comunicação da marca)
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Vodafone protege smartphones
Vodafone protege smartphones:
A Vodafone lançou um serviço para encontrar e bloquear o telemóvel, assim como permite limpar remotamente o conteúdo pessoal do mesmo a partir de qualquer computador. Chama-se Vodafone Protect e está disponível para download para smartphones Android e BlackBerry, através do envio de um SMS gratuito para o número 12345 com o texto PROTECT.
O serviço foi desenvolvido em parceria com a McAfee, de modo ao cliente poder aceder ao site protect.vodafone.pt e visualizar a localização do seu dispositivo. Pode ainda bloqueá-lo, fazer soar um alarme, no caso de achar que o telemóvel perdido está próximo, e limpar o conteúdo pessoal (SMS, fotos, vídeos, etc.) para proteger a sua privacidade. Todas estas funcionalidades são gratuitas
O serviço foi desenvolvido em parceria com a McAfee, de modo ao cliente poder aceder ao site protect.vodafone.pt e visualizar a localização do seu dispositivo. Pode ainda bloqueá-lo, fazer soar um alarme, no caso de achar que o telemóvel perdido está próximo, e limpar o conteúdo pessoal (SMS, fotos, vídeos, etc.) para proteger a sua privacidade. Todas estas funcionalidades são gratuitas
Kid Vs. Dinosaur
Kid Vs. Dinosaur:
Smart kid. This little boy reacts exactly how you would expect upon meeting a giant dinosaur in a forest.
Source: youtube.com / via: yesbitch.net
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Source: youtube.com / via: yesbitch.net
APRESENTAÇÃO: Suzuki Swift Sport
APRESENTAÇÃO: Suzuki Swift Sport:
É o mais desportivo da gama Swift, ou não contasse com 136 cavalos para animarem uma carroçaria compacta, equilibrada a preceito e com excelente maneabilidade. Apesar das elevadas prestações, o motor a gasolina 1.6 promete consumos comedidos, de apenas 6,4 l por cada 100 km e emissões de CO2 de 147 g/km. Assim é o Swift Sport, já disponível por 20.800 euros, em exclusivo na carroçaria de 3 portas e com amplo equipamento de série.
Resumidamente, o novo Suzuki Swift Sport, disponível somente no “3 portas”, viu a carroçaria crescer 12 centímetros no comprimento, alargou as vias dianteira e traseira e ganhou meio centímetro na distância entre eixos. Uma frente mais vincada, a grelha de maiores dimensões, as jantes exclusivas de 17 polegadas, um “spoiler” e saias laterais reforçam a imagem desportiva do exterior, aparência que, no interior, é vincada pelos bancos desportivos, pedais em aço inoxidável e volante multifunções de três raios e forrado a pele.
Mecanicamente ganhou 11 cavalos, reforçou o binário, obteve nova caixa manual de seis velocidades e diminui em mais de meio litro o consumo médio.
Mas vamos aos pormenores:
Design exterior
Dominada por uma grelha de maiores dimensões, na secção dianteira ressalta a inserção dos faróis de nevoeiro e das ópticas HID nos flancos. Pilares A e B pintados de negro, exclusivas jantes de liga leve com pneus 195/45 R17, um marcante “spoiler” traseiro e saias laterais que ajudam a diminuir a sua altura ao solo, reforçam-lhe a desejada imagem desportiva. E isso completa-se com o novo desenho cilíndrico das ópticas traseiras, com as duas ponteiras de escape e o difusor metálico a acrescentarem uma certa agressividade atlética.
Design Interior
Menos significativas foram as alterações interiores, embora os bancos desportivos e os pedais em alumínio cheguem para distinguir a versão.
Os bancos dianteiros, mais arredondados e confortáveis, integram almofadas de assento e encostos com apoio nos flancos, envolvendo o piloto e mantendo-o seguro em curva. As costuras em vermelho nos bancos, no volante e no topo da alavanca da caixa intensificam a sensação desportiva, acompanhando o aspecto estilizados dos mostradores da instrumentação, com aros metalizados de maior dimensão.
Um “display” informativo complementa os manómetros do nível de combustível e da temperatura da água.
O volante de três raios é ajustável em altura e inclinação.
Dimensões
O comprimento de 3,89 metros denuncia 12 centímetros a mais do que o seu antecessor, sendo ainda quatro centímetros maior do que os derivativos convencionais da gama Swift. Isso deve-se sobretudo devido às diferentes configurações dos pára-choques dianteiro e traseiro, conservando, ainda assim, a estrutura compacta, maleável e ágil que lhe permite fôlego até mesmo nas estreitas ruas de uma qualquer cidade.
Com uma largura de 1.695 milímetros e uma altura de 1.510 milímetros, as vias mais largas e a distância entre eixos curta acentuam o prazer e a eficácia da sua condução.
Existiram naturais preocupações em melhorar e tornar mais seguro o seu desempenho, reforçando a rigidez da suspensão, aumentando o diâmetro dos rolamentos das rodas e aumentando a resistência dos braços de suspensão traseira, especialmente concebida para o efeito.
Motor/Transmissão
A intenção de aumentar a potência e, simultaneamente, reduzir os consumos, levou a alterações na admissão de combustível e na escolha de uma nova caixa de seis velocidades.
Assim, o mesmo motor de 1,6 litros, a gasolina, da geração anterior, viu a potência crescer 11 cv para os 136 cv e o binário aumentar dos anteriores 148 Nm para 160 Nm.
Esse aumento de desempenho foi obtido, principalmente, através da melhoria do processo de carga dos cilindros, da eficiência da admissão e escape e da maior elevação das válvulas. O comando de válvulas variável na admissão e um colector de admissão variável garantem também um fluxo de ar melhorado.
Os consumos viram-se reduzidos dos 7,0 para os 6,4 l/100km, enquanto as emissões de CO2 são agora 147 g/km.
Por fim, uma cura de “emagrecimento” tornou-o 15 kg mais leve do que o seu antecessor, apesar do lote de equipamento disponível. É um dos automóveis mais leves do seu segmento.
Equipamento
Fazem parte do equipamento de série do Swift Sport os sete airbags (incluindo o airbag de cortina e airbag de joelho para o condutor), o Programa Electrónico de Estabilidade (ESP®) e ABS com distribuição electrónica da força de travagem (EBD), assistência à travagem e duas fixações ISOFIX no banco traseiro.
Integra também várias soluções de conforto: bancos desportivos exclusivos, pedais em aço inoxidável, vidros eléctricos, volante em couro, controlo automático da climatização, “cruise control” e um sistema áudio com rádio CD, entrada USB e “kit” mãos-livres Bluetooth®, para além de comandos no volante.
Adicionalmente, o Sport Swift tem, de série, faróis com projectores HID regulação em altura automática e sistema de lavagem de faróis, sensor de luminosidade, faróis de nevoeiro, retrovisores exteriores rebatíveis com regulação eléctrica e aquecimento, jantes de liga leve de 17 polegadas e um escape desportivo com dupla saída de escape, além do “spoiler” montado no tejadilho, na cor da carroçaria.
(elaborado com base em documento distribuído pelo Departamento de Comunicação da marca)
Procura automóvel novo, usado ou acessórios? Quer saber mais sobre este ou sobre outro veículo?



É o mais desportivo da gama Swift, ou não contasse com 136 cavalos para animarem uma carroçaria compacta, equilibrada a preceito e com excelente maneabilidade. Apesar das elevadas prestações, o motor a gasolina 1.6 promete consumos comedidos, de apenas 6,4 l por cada 100 km e emissões de CO2 de 147 g/km. Assim é o Swift Sport, já disponível por 20.800 euros, em exclusivo na carroçaria de 3 portas e com amplo equipamento de série.
Resumidamente, o novo Suzuki Swift Sport, disponível somente no “3 portas”, viu a carroçaria crescer 12 centímetros no comprimento, alargou as vias dianteira e traseira e ganhou meio centímetro na distância entre eixos. Uma frente mais vincada, a grelha de maiores dimensões, as jantes exclusivas de 17 polegadas, um “spoiler” e saias laterais reforçam a imagem desportiva do exterior, aparência que, no interior, é vincada pelos bancos desportivos, pedais em aço inoxidável e volante multifunções de três raios e forrado a pele.
Mecanicamente ganhou 11 cavalos, reforçou o binário, obteve nova caixa manual de seis velocidades e diminui em mais de meio litro o consumo médio.
Mas vamos aos pormenores:
Design exterior
Dominada por uma grelha de maiores dimensões, na secção dianteira ressalta a inserção dos faróis de nevoeiro e das ópticas HID nos flancos. Pilares A e B pintados de negro, exclusivas jantes de liga leve com pneus 195/45 R17, um marcante “spoiler” traseiro e saias laterais que ajudam a diminuir a sua altura ao solo, reforçam-lhe a desejada imagem desportiva. E isso completa-se com o novo desenho cilíndrico das ópticas traseiras, com as duas ponteiras de escape e o difusor metálico a acrescentarem uma certa agressividade atlética.
Design Interior
Menos significativas foram as alterações interiores, embora os bancos desportivos e os pedais em alumínio cheguem para distinguir a versão.
Os bancos dianteiros, mais arredondados e confortáveis, integram almofadas de assento e encostos com apoio nos flancos, envolvendo o piloto e mantendo-o seguro em curva. As costuras em vermelho nos bancos, no volante e no topo da alavanca da caixa intensificam a sensação desportiva, acompanhando o aspecto estilizados dos mostradores da instrumentação, com aros metalizados de maior dimensão.
Um “display” informativo complementa os manómetros do nível de combustível e da temperatura da água.
O volante de três raios é ajustável em altura e inclinação.
Dimensões
O comprimento de 3,89 metros denuncia 12 centímetros a mais do que o seu antecessor, sendo ainda quatro centímetros maior do que os derivativos convencionais da gama Swift. Isso deve-se sobretudo devido às diferentes configurações dos pára-choques dianteiro e traseiro, conservando, ainda assim, a estrutura compacta, maleável e ágil que lhe permite fôlego até mesmo nas estreitas ruas de uma qualquer cidade.
Com uma largura de 1.695 milímetros e uma altura de 1.510 milímetros, as vias mais largas e a distância entre eixos curta acentuam o prazer e a eficácia da sua condução.
Existiram naturais preocupações em melhorar e tornar mais seguro o seu desempenho, reforçando a rigidez da suspensão, aumentando o diâmetro dos rolamentos das rodas e aumentando a resistência dos braços de suspensão traseira, especialmente concebida para o efeito.
Motor/Transmissão
A intenção de aumentar a potência e, simultaneamente, reduzir os consumos, levou a alterações na admissão de combustível e na escolha de uma nova caixa de seis velocidades.
Assim, o mesmo motor de 1,6 litros, a gasolina, da geração anterior, viu a potência crescer 11 cv para os 136 cv e o binário aumentar dos anteriores 148 Nm para 160 Nm.
Esse aumento de desempenho foi obtido, principalmente, através da melhoria do processo de carga dos cilindros, da eficiência da admissão e escape e da maior elevação das válvulas. O comando de válvulas variável na admissão e um colector de admissão variável garantem também um fluxo de ar melhorado.
Os consumos viram-se reduzidos dos 7,0 para os 6,4 l/100km, enquanto as emissões de CO2 são agora 147 g/km.
Por fim, uma cura de “emagrecimento” tornou-o 15 kg mais leve do que o seu antecessor, apesar do lote de equipamento disponível. É um dos automóveis mais leves do seu segmento.
Equipamento
Fazem parte do equipamento de série do Swift Sport os sete airbags (incluindo o airbag de cortina e airbag de joelho para o condutor), o Programa Electrónico de Estabilidade (ESP®) e ABS com distribuição electrónica da força de travagem (EBD), assistência à travagem e duas fixações ISOFIX no banco traseiro.
Integra também várias soluções de conforto: bancos desportivos exclusivos, pedais em aço inoxidável, vidros eléctricos, volante em couro, controlo automático da climatização, “cruise control” e um sistema áudio com rádio CD, entrada USB e “kit” mãos-livres Bluetooth®, para além de comandos no volante.
Adicionalmente, o Sport Swift tem, de série, faróis com projectores HID regulação em altura automática e sistema de lavagem de faróis, sensor de luminosidade, faróis de nevoeiro, retrovisores exteriores rebatíveis com regulação eléctrica e aquecimento, jantes de liga leve de 17 polegadas e um escape desportivo com dupla saída de escape, além do “spoiler” montado no tejadilho, na cor da carroçaria.
(elaborado com base em documento distribuído pelo Departamento de Comunicação da marca)
Procura automóvel novo, usado ou acessórios? Quer saber mais sobre este ou sobre outro veículo?
A autoestrada alemã 'assassina' de superdesportivos
A autoestrada alemã 'assassina' de superdesportivos: A junção de mau tempo e excesso de velocidade causou um insólito número de acidentes de superdesportivos numa autoestrada alemã na semana passada. Tudo isto num mesmo troço da autoestrada A7, perto de Kirchheim.
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